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Em defesa da melhor gestão para as operadoras de saúde
04/02/2016

O mês de dezembro chegou e com ele também se confirmou uma notícia que exigirá das operadoras de planos de saúde mais atenção quanto à gestão no seu trabalho. Trata-se da disponibilização em 14/12/2015 do 55º Aviso de Beneficiários Identificados (ABI) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que impacta diretamente no ressarcimento efetuado pelas operadoras ao Sistema Único de Saúde (SUS). 

Em maio deste ano, como muitos se lembram, exames e terapias ambulatoriais de alta e média complexidade – a exemplo de radioterapia, hemodiálise, quimioterapia, cirurgia de catarata e cateterismo cardíaco – passaram a ter seus valores ressarcidos pelas operadoras ao SUS. 

Foi a primeira vez que essas empresas foram notificadas sobre tais procedimentos, realizados a partir da Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC) e cuja cobrança, referente ao período de janeiro a março de 2014, foi imediata. Assim, essa mudança, autorizada pelo lançamento do ABI nº 54, praticamente dobrou a média de valores que, usualmente, estava sendo exigida das operadoras. 

O reembolso das operadoras ao SUS já ocorria, mas era apenas relativo às Autorizações de Internação Hospitalar (AIH), que representavam um percentual menor quando comparadas à quantidade dos procedimentos de média e alta complexidade. 

Só para se ter uma ideia, no primeiro trimestre de 2014 as internações corresponderam a 40% do total de procedimentos que geram ressarcimento, enquanto as APACs responderam por 60%. Em valores absolutos, a estimativa é que os exames e terapias de alta complexidade cobradas por meio da APAC tenham chegado a R$ 173 milhões, enquanto as geradas pelas autorizações de internações totalizaram R$ 181 milhões.
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