Quarta-feira 15/08/2018
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Saúde suplementar tem mil novos segurados a cada dia

O aumento do poder de compra da população está se refletindo diretamente no segmento de saúde suplementar. É o que sinaliza a pesquisa mais recente divulgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Segundo os dados apurados, entre junho e setembro do ano passado, cerca de 94 mil pessoas ingressaram nesse sistema. Isso significa mais de 30 mil novos segurados por mês ou aproximadamente mil a cada 24 horas.

 

O Caderno de Informação da Saúde Suplementar, divulgado pela ANS, indica que, em setembro de 2011, o número de beneficiários dos planos de saúde ultrapassou a marca de 47 milhões de segurados, um crescimento de 0,2% em relação ao trimestre anterior. “O número de beneficiários em planos coletivos continua crescendo a taxas acima da média do mercado, porém com diminuição de ritmo”, analisa o superintendente do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), Luiz Augusto Carneiro.

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ANS prorroga prazo para envio do Formulário de Monitoramento

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) prorrogou, para 1º de abril de 2012, o prazo para o envio, pelas operadoras de planos de saúde, do Formulário de Monitoramento (FM) dos programas de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças aprovados .

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Interiorização é tendência para saúde suplementar

Apesar de 71,5% dos beneficiários de planos de saúde se concentrarem nas regiões de maior atividade econômica do país, como capitais e regiões metropolitanas - segundo dados da ANS -, outros locais têm registrado crescimento notável. Um exemplo é o Rio de Janeiro, único estado brasileiro com crescimento maior de planos de saúde no interior.

 

Dentre os estados compreendidos na pesquisa mensal do emprego do IBGE, o Rio de Janeiro é o único cujo interior ganhou proporcionalmente mais beneficiários de planos de saúde do que a região metropolitana (9,3% contra 4,5%). "Esta interiorização do mercado de saúde suplementar é fruto do desenvolvimento econômico no interior do estado. São destaques de crescimento no número de beneficiários as cidades do sul fluminense, como Barra Mansa (13,5%) e Volta Redonda (8,9%), pólos de indústria siderúrgica, e Macaé (13,1%), na região petrolífera", afirma Luiz Augusto Carneiro, superintendente do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar).

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RN 259: dicas para que as operadoras se adequem à nova regra

Diante das novas regras da ANS (RN 259), aprovadas no final de 2011, que estipulam que as operadoras devem garantir aos usuários acesso a atendimento básico, como pediatria, clínica geral, cirurgião geral, ginecologia e obstetrícia, em no máximo sete dias, as empresas de plano de saúde devem se organizar e adotar novos protocolos para conseguirem colocar em prática essas exigências.

 

Segundo o especialista em planejamento avançado da TOTVS Consulting, César Nanci, essa determinação pede que seja feita uma revolução na forma de atuação das operadoras. “Se antes a demanda se adequava a oferta, agora as operadoras terão que atender em um prazo pré-estabelecido e o cliente poderá colocar de volta o problema no colo da empresa”.

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Governo vai avaliar qualidade de serviços prestados a gestantes no SUS

A partir do mês de abril, o Ministério da Saúde vai entrar em contato, por telefone, com mulheres que tiveram filhos em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é avaliar a qualidade dos serviços prestados às gestantes, incluindo o pré-natal, o parto e o pós-parto.

 

Os números de telefone, segundo a pasta, serão obtidos nos formulários de Autorização para Internação Hospitalar, preenchidos pelos próprios profissionais de saúde. No documento, constam também informações como quantos e quais procedimentos hospitalares foram realizados e se a mulher teve direito a levar um acompanhante para a sala de parto.

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Risco, Incerteza e Insegurança Jurídica na Saúde Suplementar

A previsibilidade é, infelizmente, um recurso ainda escasso para o desenvolvimento das atividades econômicas no Brasil. Já dizia um ex Ministro da Fazenda que “no Brasil, até o passado é incerto”. Essa frase foi pronunciada num contexto em que novas interpretações legais alteravam as consequências passadas de atos pretéritos. A questão essencial era a segurança jurídica.

 

Na época, o Brasil encerrava um período de galopante inflação que distorcia o processo de formação de expectativas, deixando pessoas e empresas sem horizontes de planejamento. Viver na inflação alta correspondia a dirigir atrás de um ônibus (para dramatizar, em noite escura e chuvosa) - via-se todo o caminho, mas somente um pequeno trecho de cada vez.

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Conselho Federal de Medicina endurece regras para novos tratamentos

BRASÍLIA - O Conselho Federal de Medicina (CFM) vai tornar mais rígidas as regras para liberação de tratamentos experimentais ou inéditos no País. Pelo novo regulamento, o controle sobre a segurança e a eficácia da terapia e sobre a ética na pesquisa será feito em todas as etapas.

 

“Atualmente, o conselho verifica se a pesquisa tem aprovação do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa. Vamos aprimorar essa avaliação, acompanhar o processo para verificar se os preceitos estão sendo seguidos ao longo do processo”, afirmou o vice-presidente do CFM, Carlos Vital Corrêa Lima.

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