Sábado 17/02/2018
Advocacia Dagoberto J.S.Lima - Newsletter
ANS disponibiliza o Monitoramento Assistencial – Março 2012

A partir de hoje as operadoras de planos privados de saúde já podem consultar o Prontuário de Resultados do Monitoramento Assistencial referente ao processamento de março/2012.

O objetivo do monitoramento é padronizar os parâmetros utilizados para classificar o risco assistencial das operadoras e dar transparência aos critérios adotados na condução do processo de Visita Técnica Assistencial.

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Convênios médicos investem em prevenção para diminuir custos

Para cada dólar investido na prevenção em saúde, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que outros três são economizados. A matemática a favor da prevenção junta-se a outro fator decisivo, para não dizer explosivo. O envelhecimento da população brasileira pode provocar um tsunami no caixa dos convênios médicos, uma vez que a cada década os tratamentos se tornam mais caros e sofisticados. De olho na saúde do negócio, o setor começa a se render à prevenção em vez de apenas tratar doenças. E para atrair os consumidores, os programas oferecem prêmios e podem até mesmo resultar em descontos para os usuários.

Grandes e pequenas operadoras estão oferecendo aos consumidores programas preventivos que ganharam impulso desde agosto do ano passado, depois de resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A norma criou incentivos para a participação dos usuários, como prêmios e descontos na mensalidade que podem chegar a 30% do valor. A adesão aos prêmios, desde um eletrodoméstico até desconto na academia de ginástica, foi rapidamente absorvida pelo setor e refletida no crescimento de usuários nos programas. O plano de descontos, em vigor desde agosto do ano passado e de grande interesse para os usuários, ainda não foi implementado. Apenas uma operadora do Rio de Janeiro tem o programa em vigor.

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Dia do Trabalho: ANS esclarece planos coletivos

No Dia Mundial do Trabalho, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece informações fundamentais sobre planos coletivos para assegurar que o trabalhador brasileiro compreenda seus direitos quando o assunto é plano de saúde.

O plano de saúde coletivo é aquele contratado por uma empresa, conselho, sindicato ou associação junto à operadora de planos de saúde para oferecer assistência médica e/ou odontológica às pessoas vinculadas a essa empresa e aos dependentes dessas pessoas. Existem dois tipos de planos coletivos: os empresariais, que prestam assistência aos funcionários da empresa contratante devido ao vínculo empregatício ou estatutário; e os coletivos por adesão, que são contratados por pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial, como conselhos, sindicatos e associações profissionais.

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Multinacionais da área de saúde planejam investimentos no Brasil

As multinacionais estão apostando uma corrida para garantir espaço no setor de equipamentos para a área médica no País. Enquanto a expansão nos países desenvolvidos é próxima de zero, o segmento cresceu 17% no Brasil em 2011, reflexo da alta da renda e do aumento de brasileiros com planos de saúde. De olho neste potencial, a americana Varian Medical Systems, uma das pioneiras do polo tecnológico do Vale do Silício, na Califórnia, planeja abrir fábrica no País no segundo semestre.

A diferença entre a Varian e as concorrentes é que, enquanto as outras multinacionais se dedicam ao setor de imagem -ultrassom e raio X, por exemplo -, ela deverá fabricar aparelhos de alta complexidade para tratamento de vários tipos de câncer.

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Taxa de mortalidade infantil cai 47% em dez anos

Os dados do Censo 2010, divulgados na sexta-feira (27), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), destaca que a mortalidade infantil no Brasil reduziu praticamente pela metade (47%) na última década. Em 2000, a taxa era de 29,7%, ou seja, de cada mil crianças nascidas vivas, apenas 29,7 completavam o primeiro ano de vida. Em 2010, o índice reduziu para 15,6%.

Em São Paulo, dos 601.561 nascidos vivos, 7.136 não completaram 1 ano de vida, ou seja, 11,9%. Entre 2006 e 2010, o índice de mortalidade infantil caiu de 13,3% para 11,9 em todo Estado. Nos municípios da Grande São Paulo, o censo aponta que dos 310.049 nascidos vivos, foram a óbito 3.658, ou seja, 11,8%.

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