Segunda-feira 28/05/2018
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Plano de Saúde Empresarial sai até 149% mais barato que individual

SÃO PAULO - Um levantamento feito pela Mercer Marsh Benefícios revelou que planos individuais (contratados por famílias) custam, em média, mais que o dobro do valor cobrado por planos coletivos empresariais de saúde (contratados por empresas para seus funcionários).

A pesquisa utilizou a faixa etária entre 34 e 38 anos para quatro tipos de planos:Básico I, Básico II, Intermediário e Executivo. Neste comparativo, considerando a cobertura mais básica, que oferece abrangência regional, acomodação em enfermaria e reembolso de R$ 74,86 por consulta, o plano empresarial custa, em média, R$ 98,65. Já o mesmo plano, com os mesmos benefícios, saiR$ 245,89 para uma pessoa comum - uma diferença de 149%.

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ANS quer conhecer relação de rede própria de operadoras

Empresas terão de listar hospitais, clínicas, laboratórios e outros serviços controlados pelos grupos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer saber a relação de redes próprias das operadoras de saúde, para subsidiar a implantação do chamado Programas de Divulgação da Qualificação de Prestadores de Serviços e de Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar. Para tanto, por meio de ofícios às operadoras de planos de saúde, solicita a relação de suas redes próprias de serviços das empresas. O prazo para o envio das informações encerra-se no dia 8 de setembro.

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Alunos de medicina terão que trabalhar no SUS

Alunos que ingressarem em cursos de medicina a partir de 2015 terão que atuar dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) para receber o diploma. A medida é válida para faculdades públicas e privadas e faz parte do Programa Mais Médicos, anunciado na segunda-feira (8) pelo governo federal. Com isso, o curso passará de 6 anos para 8 anos de duração.

Os estudantes irão trabalhar na atenção básica e nos serviços de urgência e emergência da rede pública. Eles vão receber uma remuneração do governo federal e terão uma autorização temporária para exercer a medicina, além de continuarem vinculados às universidades. Os profissionais que atuarem na orientação desses médicos também receberão um complemento salarial. Os últimos dois anos do curso, de atuação no SUS, poderão contar para residência médica ou como pós-graduação, caso o médico escolha se especializar em uma área de atenção básica.

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Mais transparência na Saúde

O sistema de saúde no Brasil transformou-se em cenário de disputas e acusações em que os principais agentes usam toda sorte de argumentos, nem sempre técnicos, para justificar as dificuldades pelas quais o segmento passa. O mais importante a destacar, no entanto, é que a falência desse sistema — ou o rompimento de qualquer elo da cadeia produtiva da saúde — recairá sobre os principais interessados: usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e beneficiários dos planos privados.

Para que não chegue ao extremo de romper, o setor de saúde suplementar deve ser tratado como uma área da economia que requer proteção e os adequados incentivos governamentais que assegurem sua sustentabilidade. Como toda atividade.

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