Sexta-feira 25/05/2018
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Planos de saúde ressarcem R$ 184 milhões ao SUS

O valor arrecadado pelo Ministério da Saúde, por meio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), para o ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) chega a R$ 184 milhões de janeiro a julho deste ano. Esse valor supera o que foi ressarcido pelas operadoras de planos de saúde ao SUS ao longo do ano inteiro de 2013, que atingiu R$ 183,2 milhões. A divulgação dos valores ressarcidos ao SUS ocorreu nesta segunda-feira (01/09) no Rio de Janeiro, com a presença do ministro da Saúde, Arthur Chioro, e dos diretores da ANS.

O ressarcimento ocorre quando os consumidores dos planos de saúde são atendidos na rede pública. Os pagamentos efetuados para a agência reguladora são repassados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e aplicados em ações e programas estratégicos do Ministério da Saúde.

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Doentes crônicos querem acesso a prontuários médicos online

Três quartos (75%) dos pacientes brasileiros em condições crônicas de saúde acreditam que devem ter o direito de acessar digitalmente suas informações de saúde. Outros 60% defendem que o acesso aos prontuários é mais importante que potenciais riscos de privacidade. É o que revela uma pesquisa realizada pela Accenture.

Os pacientes crônicos são menos preocupados com a privacidade do prontuário eletrônico (73%) do que com outras informações pessoais armazenadas digitalmente, como internet banking (83%), uso de cartão de crédito (84%) e compras online (82%). Mesmo ansiosos por ter acesso aos prontuários, cerca de metade (48%) afirmou que a principal barreira ao acesso foi não saber como fazê-lo.

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Conheça os novos diretores da ANS

Em cerimônia realizada na manhã de segunda-feira (1º), no Rio de Janeiro, o Ministro da Saúde, Arthur Chioro, deu posse aos três novos diretores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). São eles: Simone Freire, José Carlos Abrahão e Martha Oliveira.

Na mesa de autoridades estavam os demais diretores da Agência, André Longo (diretor-presidente) e Leandro Reis (diretor de Normas e Habilitação de Operadoras).

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Um mito e algumas verdades sobre os tributos no Brasil

Ao longo do processo eleitoral deste ano, um mito voltará a bloquear o debate sobre a construção de uma sociedade mais justa. Todas as vezes em que se lançar à mesa uma proposta de políticas públicas avançadas, demandando redistribuição de riquezas, algum “especialista” objetará: “não há recursos para isso no Orçamento; seria preciso elevar ainda mais a carga tributária”. A ideia será, então, esquecida, porque a sociedade brasileira está subjugada por um tabu: afirma-se que somos “o país com impostos mais altos do mundo”. Sustenta-se que criar novos tributos é oprimir a sociedade. Impede-se, deste modo, que avancemos para uma Reforma Tributária.

A partir das 10h desta sexta-feira (29/8), três conhecedores profundos do sistema de impostos no Brasil enfrentaram este mito, num debate transmitido por webTV (acesse aqui). O auditor da Receita Federal Paulo Gil Introini, ex-presidente do sindicato nacional da categoria e os economista Jorge Mattoso e Evilásio Salvadorargumentaram, com base em muitos dados, que o problema da carga tributária brasileira não está em ser “a mais alta do mundo” (uma grossa mentira), mas em estar, seguramente, entre as mais injustas do planeta. Os grandes grupos econômicos e os mais ricos usam seu poder político para criar leis que os isentam de impostos — despejados sobre as costas dos assalariados e da classe média. A mídia comercial esconde esta realidade, para que nada mude. No debate, organizado em conjunto pela Campanha TTF Brasil e Fundação Perseu Abramo, emergiram alguns fatos muito relevantes, porém pouquíssimo conhecidos.

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45% dos brasileiros não sabem que pagam impostos ao ir às compras

Quase 45% dos brasileiros cientes de que pagam algum tipo de imposto no Brasil desconhecem, contudo, que os tributos estão embutidos no preço de produtos e serviços que consomem, revelou uma pesquisa da Fecomercio-RJ/Ipsos, divulgada com exclusividade ao iG.

O levantamento apontou também que o brasileiro percebe bem mais a incidência de impostos municipais (69%), como IPTU e taxas de lixo e iluminação, do que os tributos indiretos, diluídos nas mercadorias.

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