Segunda-feira 20/08/2018
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Beneficiários de planos de saúde crescem em junho, diz ANS

São Paulo - As operadoras de saúde brasileiras encerraram o primeiro semestre de 2014 com um total de 50,9 milhões de beneficiários de planos médico-hospitalares, o que representa um aumento de 3,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os dados são de levantamento do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) com base nas informações atualizadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

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Workshops regionais para promoção da saúde e prevenção

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promove até o fevereiro de 2015 workshops regionais de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar (Promoprev) para estimular avanços no modelo assistencial das operadoras de planos privados de assistência à saúde. O primeiro encontro com representantes das operadoras ocorreu em Recife, em 29 de julho. Campinas sediou o segundo, em 02 de setembro.

“O objetivo da ANS é oferecer suporte teórico e operacional às operadoras para um melhor planejamento e gerenciamento nos programas de promoção da saúde e de redução de riscos e doenças”, explica a Gerente de Monitoramento Assistencial da ANS, Kátia Audi. “Nossa ideia é otimizar a gestão em saúde a partir da perspectiva do envelhecimento saudável e da melhoria da qualidade de vida dos beneficiários”.

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Sob pressão, ANS promete consolidar normas regulatórias

“Entendemos que a agenda da agência para 2013 e 2014, que tinha a consolidação regulatória como um dos seus principais objetivos, não foi cumprida pela ANS”, ponderou em tom de cobrança o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Medicina de Grupo (Sinamge), Cyro Alves de Britto Filho, diante do próprio diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, André Longo. Os números bastante detalhados apresentados pelo neurocirurgião à plateia do 19º Congresso da Associação Brasileira de Medicinas de Grupo (Abramge) ressaltaram uma reclamação frequente do setor: a quantidade de normas editados por governo e órgãos reguladores é excessiva.

Britto Filho fez uma cobrança ampla e bastante detalhada, que incluiu ainda regras mais claras para a suspensão da venda de planos e a redução da intervenção da ANS sobre as negociações entre operadoras e prestadores de serviço. Mas, sem dúvida, a grande força estava no argumento de que a agência edita regras demais. “É evidente que ninguém consegue cumprir tudo”, admitiu Arlindo de Almeida, presidente da Abramge. “A intenção é que a gente tenha uma simplificação para que todo mundo pelo menos entenda [todas as normas].”

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Despesas de operadoras com internações sobem 23,1% em 2013

As internações hospitalares dos beneficiários de plano de saúde coletivo (empresarial ou por adesão) custaram, em média, R$ 6,7 mil em 2013, considerando despesas assistenciais para as operadoras. O valor é 23,1% maior que o registrado um ano antes, quando o gasto médio com cada internação foi de R$ 5,5 mil.

Os números fazem parte da Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar (Naciss), produzida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), entidade ligada às empresas do setor de saúde privado, mas com base nas informações atualizadas pela ANS. A íntegra da Naciss pode ser lido no site do instituto.

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Carga tributária pressiona setores mais produtivos

A carga de impostos e contribuições no Brasil, além de ser alta para padrões mundiais, ainda é maior para os setores mais produtivos, taxados em cerca de 40% do faturamento. - Mesmo com as desonerações concedidas nos últimos anos para estimular a economia, a carga tributária do País é "extremamente punitiva", assinala o presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), João Eloi Olenike.

"Os setores produtivos são os mais afetados. O peso dos tributos faz com que as companhias nacionais percam competitividade no exterior. Por conta dos nossos custos, perdemos oportunidades de exportação", enfatiza o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon-SP), Sérgio Approbato Machado Júnior.

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Tecnologia contra importação sem tributos por via postal

RIO — Do guarda-roupa à decoração, a casa da estudante Georgia Costa, de 29 anos, é cheia de produtos que vieram do outro lado do mundo. Cliente assídua de sites de compras da China, ela gasta cerca de R$ 500 por mês em roupas, cosméticos e acessórios. Cada vez mais brasileiros fazem isso, atraídos por preços baixos e um sistema de amostragem — adotado pela impossibilidade de examinar todos os pacotes — que deixa parte dos produtos passar sem a alíquota de importação, que é de 60%. Quem escapa da amostragem não está ilegal. Mas o pente-fino será mais rigoroso a partir deste mês, quando a Receita Federal testará uma nova tecnologia para automatizar a fiscalização.

O novo sistema permitirá que os Correios compartilhem informações com a Receita. Isso permitirá que o Fisco saiba o que foi comprado no exterior antes mesmo de o produto entrar no país.

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