Sábado 26/05/2018
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Operadoras: despesas crescem 15,6% no 1º semestre

As operadoras de planos de saúde no Brasil gastaram R$ 48,8 bilhões com despesas assistenciais no primeiro semestre de 2014, representando aumento de 15,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando as despesas assistenciais foram de R$ 42,3 bilhões. Os números constam na Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar (Naciss), produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) com base nas informações da ANS que acabam de ser atualizadas.

No mesmo período e sentido de alta, a receita de contraprestações das operadoras (mensalidade dos beneficiários) foi de R$ 58,6 bilhões, um aumento de 14,9% em relação a junho de 2013. O superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, alerta que o ritmo de crescimento das despesas tem se mantido historicamente em patamar mais elevado do que o das receitas.

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Espaço da Operadora

A ANS informa que em breve será implementado o protocolo eletrônico de impugnações e recursos dos processos de ressarcimento ao SUS – PERSUS.

Desse modo, até o início de dezembro de 2014, quando será disponibilizado o módulo de “Gestão de Contas”, devem as operadoras de planos privados de assistência à saúde possuir certificados digitais para a realização de assinatura digital de documentos com as seguintes especificações:

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Benefício Saúde: o que os EUA e o Brasil têm de semelhante e diferente

Apesar dos contextos políticos e regulatórios distintos, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, há similaridades entre esses dois países no que tange ao benefício saúde.

A partir de pesquisas independentes, a GST – especialista em soluções de gestão de saúde para empresas, – faz um comparativo sobre o tema.

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Reforma tributária e retrocesso

Em três ocasiões consecutivas ao longo da gestão Dilma, o Movimento Brasil Eficiente, campanha reunindo mais de cem entidades da sociedade civil, conseguiu fazer chegar ao governo, por meio do ministro Guido Mantega, sugestões práticas de como acelerar a reforma tributária e tornar mais eficiente a gestão do dinheiro do contribuinte. Essas bandeiras não são partidárias; são a maior demanda da sociedade brasileira. Sabemos que uma reforma tributária correta trará de volta o crescimento vigoroso que há muito não se vê no país.

As propostas do Movimento dão respostas objetivas a três dificuldades tremendas de se mexer em impostos. Primeiro, explica como sair do manicômio (o sistema atual) para algo simples, sem alterar as arrecadações dos entes federativos — União, estados e municípios. Segundo, como implantar uma reforma por etapas sem, no entanto, deixar de apresentar a visão do objetivo final, que é a redução radical do número de tributos, que fazem do Brasil o campeão mundial em custos burocráticos ao cumprir tais obrigações. Terceiro, como controlar a carga tributária total e, na etapa final, melhorar a distribuição e alocação regional dos recursos.

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“Indústria precisa de sinal firme do governo para investir”, diz CNI

BRASÍLIA  -  O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, disse que o setor produtivo precisa de sinais firmes de que as ações futuras do governo darão maior estabilidade à economia e que isso é essencial para a retomada dos investimentos. 

“Sabemos que o próximo ano será marcado por ajustes importantes na macroeconomia e precisamos encontrar formas para enfrentá-los”, completou, durante abertura do Encontro Nacional da Indústria, em Brasília. Ele destacou que a eleição, mesmo com uma disputa muito acirrada, transcorreu sem problemas institucionais. 

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