Domingo 18/11/2018
Advocacia Dagoberto J.S.Lima - Newsletter
Mais improviso na Saúde

Sem cuidar do que precisa – a situação do Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo, que tem aspectos lamentáveis –, o Ministério da Saúde imiscui-se em temas delicados, sem o devido cuidado. É o que ocorreu no início de julho, ao editar o Decreto 849, que amplia perigosamente o conceito de médico especialista.

Atualmente, especialista é o médico que realizou residência médica numa determinada área. O tema é sério e há uma lei de 1981 (Lei 6.932) regulamentando a atividade. De acordo com a lei, “a residência médica constitui modalidade de ensino de pós-graduação, destinada a médicos, sob a forma de cursos de especialização, caracterizada por treinamento em serviço, funcionando sob a responsabilidade de instituições de saúde, universitárias ou não, sob a orientação de profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional”. O texto legal estabelece, por exemplo, que os programas de residência médica devem ser credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica.

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ANS suspende comercialização de 73 planos de saúde de 15 operadoras

A partir da próxima quinta-feira (20/08), 73 planos de saúde de 15 operadoras terão a comercialização suspensa por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A medida é resultado do 14º ciclo do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, que avalia as reclamações de consumidores relativas ao não cumprimento dos prazos máximos de atendimento e demais queixas de natureza assistencial, como negativas indevidas de cobertura. Mais de 3 milhões de beneficiários serão diretamente protegidos, uma vez que as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos consumidores.

Paralelamente à suspensão, 52 planos de saúde que estavam com a comercialização interrompida poderão voltar a ser comercializados, já que comprovaram melhoria no atendimento ao cidadão.

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Alexandre Garcia: ′Chegamos ao extremo de aplaudir quando funciona′

É um sofrimento para ter acesso à saúde. Um sofrimento imposto às pessoas que muitas vezes já estão ali com alguma doença, com dor. Um sofrimento que afeta justamente os já debilitados pela doença.

Na teoria parece que vai tudo bem, como explicou o Ministério da Saúde. O SUS paga o transporte, alimentação e pernoite, mas nada disso paga o sofrimento humilhante que vimos.

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Junto com o frio, inverno traz doenças respiratórias

RIO - Basta chegar o inverno para subir o número de atendimentos nos postos de saúde por causa de doenças respiratórias. Com o frio, chegam também a baixa umidade do ar (que realça a poluição) e as mudanças bruscas de temperatura — motivos de preocupação principalmente para crianças, idosos e para quem já sofre de doenças respiratórias. O próximo “Encontros O GLOBO Saúde e Bem-Estar”, que será nesta quarta-feira, às 17h, na Casa do Saber O GLOBO, abordará as consequências dessas doenças e as diferenças entre elas. O evento, coordenado pelo cardiologista Cláudio Domênico, contará com palestras do pneumologista Carlos Alberto de Barros Franco e da alergista Teresa Seiller, além da mediação da jornalista Viviane Nogueira.

— Com o frio, as pessoas se acolhem mais, fecham as janelas, ficam mais dentro de casa, e isso favorece estas doenças — explica Domênico.

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O Whatsapp e seu papel na relação médico-paciente

A cor muda para azul. Do cinza, a cor passou a ser azul. Com isso, seu interlocutor já percebeu que a mensagem foi lida. As formas de comunicação modernas vêm mudando rapidamente e, com o whatsapp, a revolução da rapidez e da simplificação da comunicação mostram que vieram para ficar. Radicais já fazem previsão do fim do uso de e-mails, enxergando em alguns poucos anos o uso exclusivo do armazenamento de dados em nuvens e a comunicação quase que monopolizada por aplicativos como o whatsapp. Mas e na relação médico paciente? O whatsapp veio para ajudar, facilitar, estreitar laços e evitar ligações desnecessárias? Ou também para quebrar o bom senso das relações com relação a horários para mensagens, relativizar o conceito de urgência, penetrar na intimidade do prestador de serviço e evitar que situações que devem ser resolvidas ao vivo, olho no olho, tenham seu desfecho pelo whatsapp? Julgo que um misto disso tudo veio junto com o whatsapp.

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