Sábado 26/05/2018
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Projeto-piloto reduz taxa de cesárea em 8 pontos porcentuais

SÃO PAULO – Um projeto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e o institute for Healthecare Improvement iniciado em março conseguiu reduzir em oito cesarianas realizadas nos 42 hospitais públicos e privados participantes da iniciativa.

De acordo com o balanço divulgado nesta terça-feira,27, o índice de parto cesáreo nessas unidades de saúde passou de 80,1% em 2014 para 72,8% em setembro deste ano. O número de 2014 se refere à média  das taxa em cada mês. “Em seis messes, conseguimos, nesses hospitais, reverter o aumento de cesarianas que tivemos ao longo dos últimos dez anos” diz Martha Oliveira, diretora  de desenvolvimento
setorial da ANS. Ela se refere à taxa de cesáreas realizadas na rede privada brasileira. Em 2005, 75,5% dos nascimentos ocorreram pelo parto cirúrgico. Em 2015,a taxa subiu para 85,5%. 
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Na crise, empresas rebaixam plano de saúde de funcionário

A crise não afetou apenas a assistência médica dos trabalhadores que já tiveram suas vagas cortadas e deixaram de contar com os planos de saúde privados. Para os que ainda estão empregados, os planos de saúde oferecidos pelas empresas estão sendo enxugados.


Três movimentos se intensificaram neste ano: 1) empresas que estão trocando de plano de saúde e buscando operadoras que ofereçam pacotes mais baratos; 2) empresas que estão introduzindo o modelo de coparticipação, em que o funcionário paga uma parte da consulta e 3) as que estão rebaixando a rede de benefícios oferecida aos funcionários, com hospitais de menor categoria, troca de internação individual por coletiva e redução de reembolso.

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Planos de saúde perdem mais de 164 mil clientes em setembro

Os planos de saúde brasileiros perderam 164,4 mil clientes em setembro, o que representa queda de 0,3% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), entidade sem fins lucrativos. O país soma 50,26 milhões de beneficiários.

No terceiro trimestre deste ano, a queda foi ainda mais acentuada, de 0,5% em relação ao trimestre anterior, o que representa a saída de 236,21 mil beneficiários. Os planos individuais apresentaram a maior queda entre as diferentes categorias – 1% dos clientes abandonaram os planos em setembro, na comparação com setembro de 2014.

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Defensoria Pública pode ajuizar ação contra aumento de plano de saúde de idoso

A Defensoria Pública tem legitimidade para ajuizar ação civil pública em que se discute aumento abusivo de plano de saúde de idosos. A decisão, da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça, unifica entendimento até então divergente no tribunal.


A Defensoria Pública é encarregada de prestar orientação jurídica e defender os necessitados que comprovarem insuficiência de recursos. A ministra Laurita Vaz, relatora do caso, adotou interpretação mais ampla da expressão “necessitados” (artigo 134, caput, da Constituição), conforme firmado pela 2ª Turma em 2011, no julgamento do REsp 1.264.116.

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Planos pagam 29% das multas

O número de reclamações contra as operadoras de planos de saúde subiu 43,5% em relação a setembro do ano passado. Demora para marcar consultas, negativas de coberturas asseguradas em contratos e falhas no atendimento em geral fizeram as empresas serem autuadas em R$ 417,83 milhões, só nos nove primeiros meses deste ano. Mas até o mês passado, apenas R$ 121,78 milhões haviam sido pagos, o que dá 29,1% do total. Ou seja, o setor, que no ano passado recebeu um veto da presidente Dilma Rousseff à proposta de anistia apresentada pelo deputado Eduardo Cunha – projeto que perdoava até R$ 2 bilhões em multas –, pagou menos de um terço da dívida.


Este ano ainda nem acabou, mas a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) já aplicou R$ 17 milhões a mais em relação ao ano passado. No entanto, em 2014 a fatia arrecadada foi maior. As operadoras pagaram 41,9% do que deviam. “Provavelmente, a ANS deve ter desviado um pouco o foco das cobranças, pois teve que lidar com problemas como a falência da Unimed paulista”, justifica a especialista em planos de saúde, Ingrid Carcales, do escritório de advocacia Araújo, Conforti e Jonhsson.
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