Segunda-feira 20/08/2018
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Cirurgias Bariátricas crescem 6,25% em todo o Brasil

Segundo novo balanço da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), 93,5 mil pessoas foram submetidas ao procedimento no ano passado, ante 88 mil em 2014, um aumento de 6,25%. Para o  presidente da SBCBM, Josemberg Campos, além da relação óbvia com o avanço da obesidade no país, outros hábitos adquiridos pelos brasileiros contribuem para o aumento do número de cirurgias bariátricas, como uma maior quantidade de horas dedicadas ao trabalho, pouca atividade física e pouco lazer, além do estresse.

Campos diz ainda que o fato de a cirurgia ter entrado na lista obrigatória de procedimentos realizados pelos planos de saúde, após determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2011, também contribuiu para que, ano a ano, se tornasse mais conhecida e fosse mais indicada para os pacientes.

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Jovens entre 15 e 29 anos são os mais afetados com perda de planos de saúde

De acordo com levantamento inédito da  Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), baseado em dados da ANS, a maior queda de usuários de planos de saúde observada em dezembro, em relação ao mês equivalente de 2014, se deu no grupo de pessoas entre 25 e 29 anos, com 5,4%. É nesta faixa também que houve a maior variação negativa do país: 9,4%, na Região Norte. Também houve retração na faixa de 20 a 24 anos — 4,5% — e de 15 a 19 — com 3,9%.

 

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Clínicas populares avançam diante da queda do mercado de planos de saúde

Nos últimos meses, sobretudo de setembro de 2015 para cá, empresas como Dr. Consulta, MinutoMed e Acesso Saúde, conhecidas por cobrarem no máximo R$ 120 por consulta médica registraram crescimento de cerca de 40% na demanda de clientes. De acordo com os empresários, o crescimento do desemprego reforçou o aumento da procura.

O setor tem sido alvo de fundos investidores, que veem na expansão uma boa oportunidade, segundo Alexandre Pierantoni, especialista na área de finanças,  “É um segmento de atendimento básico, de baixa complexidade, que cresce com a carência de mercado e com a dificuldade das classes C e D de fazer desembolsos mensais para manter um plano de saúde”.

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Novo Código do Processo Civil está valendo desde o dia 18

Entrou em vigor no último dia 18 de março o novo Código de Processo Civil (CPC), que promete agilizar as decisões judiciais por meio de medidas como o estímulo ao acordo entre as partes e a limitação no número de recursos.

O CPC regula a tramitação das ações judiciais da maioria dos ramos do direito. Inclui o direito civil, o tributário, o comercial, o previdenciário e questões relacionadas à família, ao consumo e aos servidores públicos, entre outras. Trata dos interesses dos indivíduos desde antes do nascimento e até mesmo depois da morte, por meio dos sucessores.

A proposta, que tramitou no Congresso durante cinco anos, recebeu sete vetos da Presidência da República ao ser sancionada em 2015. Um deles removeu artigo que possibilitava a conversão de uma ação individual em coletiva. Todos os vetos foram mantidos pelo Congresso em setembro. Em dezembro, o Senado aprovou um projeto de lei (PLC 168/2015) que promoveu outras mudanças no texto original do novo código. Entre os ajustes, a proposta retirou do CPC a obrigatoriedade de julgamento das ações judiciais obedecendo a uma ordem cronológica.

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Planos de saúde registram 1,4% de aumento em receita

Nos nove primeiros meses de 2015, o faturamento do setor de saúde suplementar foi de R$ 117,3 bilhões, o que representa uma alta de 1,47% em comparação ao mesmo período de 2014, conforme dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicados pelo jornal Valor Econômico. A receita do setor referente a todo ano passado ainda não foi divulgada pela agência reguladora, mas a estimativa é de que os dados sejam divulgados ainda no final deste mês.

Ainda segundo informações da agência, 766 mil pessoas perderam seus planos de saúde em 2015 devido principalmente ao aumento do desemprego no país. Cabe ressaltar que cerca de 65% dos planos de saúde são corporativos, ou seja, são concedidos pelas empresas aos funcionários.

 

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