Quinta-feira 24/01/2019
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Proposta à reforma da lei de saúde suplementar defende atuação dos planos privados

Atualmente, já existem mais de 140 emendas para reformar a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/98). Segundo o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), será apresentado, até o fim de agosto, um substitutivo às propostas que tramitam em regime de urgência. Ele afirma que é necessário “racionalizar” o sistema de saúde suplementar, principalmente para assegurar o equilíbrio econômico-financeiro das empresas. Para Marinho, “não se deve perder de vista que esta é uma atividade privada”, que não deve ser confundida com a do Sistema Único de Saúde (SUS). 

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Ações contra planos de saúde em ritmo acelerado

De acordo com o relatório do Observatório da Judicialização da Saúde Suplementar, do Departamento de Medicina Preventiva da USP, 17.114 ações judiciais foram abertas contra planos de saúde entre janeiro e julho deste ano. “O volume de decisões judiciais cresce em ritmo mais acelerado do que a evolução da população atendida pela saúde suplementar", ressalta o professor e coordenador do relatório, Mário Scheffer. O número atual de usuários de planos gira em torno de 17,5 mil pessoas.

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Revolução tecnológica mais próxima da saúde

O diretor da área de Healthcare da Cognizant, Alexandre Grandi, analisa a transformação digital na área da saúde. O segmento vem realizando expressivos investimentos em equipamentos médicos e em soluções de gestão hospitalar, que, por sua vez, disponibilizam muitos benefícios como atendimentos mais efetivos, diminuição no número de erros, diagnósticos mais assertivos, redução de custos e aumento no faturamento. “O armazenamento de dados está entre os principais investimentos, pois tecnologias como o Big Data permitem aprimorar a experiência dos beneficiários” destaca Grandi. “Muitas organizações deixam de investir em tecnologia, em razão de infraestrutura e custos, mas existem maneiras para viabilizar esse problema”.

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Rol de procedimentos para 2018 terá impacto de R$ 5,37 bi

Um impacto de R$ 5,37 bilhões é estimado nas despesas assistenciais com a incorporação de 16 novas tecnologias pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), de um total de 26 em análise. Segundo estudo inédito feito pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), os novos procedimentos no rol mínimo obrigatório de cobertura para 2018 levam a um aumento de custo per capita de R$ 111,37, um acréscimo de 4% em relação aos R$ 135,5 bilhões de despesas registrados em 2016. Entre as tecnologias, há desde um exame que pesquisa toxoplasmose no líquido amniótico, com custo por procedimento de R$ 427, ao medicamento oral Criozotine, indicado para o tratamento de câncer de pulmão, com custo anual de R$ 468 mil.

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Saúde suplementar tem alta de empregos

Segundo dados divulgados pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), em junho o total de trabalhadores empregados pelo setor cresceu 1,5%. No total, o segmento emprega 3,4 milhões de pessoas, ou 7,9% da força de trabalho no país, entre fornecedores de materiais, medicamentos e equipamentos, prestadores de serviços de saúde e operadoras e seguradoras de planos. Para o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, o indicador configura a cadeia de saúde suplementar como mais estável e resiliente à crise brasileira em comparação ao conjunto da economia do país, que registrou um recuo de 2,3% nos postos de trabalho.

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